
Quase no fim, sem eu saber que era o fim de eu amar-te, eu já estava a começar a odiar-te, e depois tudo o que eu sentia por ti, aquele amor que tanto ficava preso em mim desapareceu do nada e foi substituído por ódio. Muito ódio. Não aguentava ver-te, ou ouvir a tua voz. Queria-te no outro lado da rua se possível no outro lado da cidade. No fundo odiava-te muito. Nem gostava de falar de ti, porque para mim eras o sinonimo de ódio. Mas penso bem, e muito bem, eu la bem no fundo não te odeio nada. Mas mesmo nada. O amor detroi a minha capacidade desaber o que esta certo. Mas quando passa essa coisa amorosa, eu vejo que tu não eras má pessoa, e que nem culpa tinhas do que eu sentia. No fundo não te odeio nem um pouquinho, pelo contrario, até gosto muito de ti pelo que me fizes-te, porque atrás de todo o sofrimento fizeste-me aprender, e a amar de verdade. Fizeste-me crescer e desenvolver as minhas capacidades de amar. Tudo isso que fizes-te e mais nenhum conseguira fazer, porque foste mesmo a primeira pessoa que amei. Já tenho cabeça para saber o que é amar, e sei que foste mesmo o primeiro, especial, conseguis-te ser o primeiro que amei. Obrigada, e desculpa por ter dito tanto que eras um idiota, um “cabrão” um desgraçado e isso tudo. Desculpa ter dito isso, e nunca no fundo ter visto quem eras. És apenas um rapaz que mudou uma parte de mim, que me mostrou o que é amar mesmo. Mas nunca saberei porque te amei tanto. Que seija, obrigada! Sem orgulhos, eu adoraria voltar a Portugal, e adoraria ver-te e até abraçar, choraria de certeza, mas de gratidão e mais nada. Tudo o que é bom que eu sinto por ti agora é apenas gratidão por tudo que eu nunca consegui ver antes.