segunda-feira, 18 de abril de 2011

Imagina uma imença praia, imagina um enorme balão, imagina uma criança, imagina uma mãe pegando num cordel, imagina um suave vento soprando nos suaves cabelos da criança, assoprando o balão. O balão não sai da mão da criança. Ele permanece. A criançatambém não faz força para o reter. A mão fica fechada, o cordel dentro dela. E eu imagino que um coração é assim. Imagina que a criança é pobre. O qunto ela não queria um balão. Para correr no areial com ele, para ama-lo e abraça-lo quando tivesse medo. O quanto ela não lutou e insistiu para lhe darem, para gastarem as moedinhas da carteira para um simple balão. Agora falo do coração. Esquecendo a pobreza. O quanto uma pessoa luta para não ter qualquer pessoa que ama, um amigo ou um amor mesmo. E assim, é dai. É desse pensamento que vem a força para segurar o balão nas mais fortes ventanias. É ai. Exatamente. Coração. Raquel